Desavença entre "ilustres torcedores" nas redes sociais marca primeiro clássico entre 9 de Julho e PSTC Procopense.

04.06.2019

 

 

Um embate (bate boca) pra lá de acalorado entre dois conhecidos comunicadores da imprensa local, com “farpas e elogios” trocados entre ambos na rede social Facebook esta semana, marcou a estréia de embate, fora dos campos, do primeiro confronto direto entre “9 de Julho” e “PSTC Procopense”.

 

Embora a disputa tenha ocorrido no campo do Facebook, a baixaria de impropérios misturados com acusações e grosserias se extrapolou sendo transmitida por outra rede, o Whatsapp.

 

Em uma mistura dantesca intercalada de reconhecimento e admiração e ataques e impropérios, os profissionais da comunicação que se digladiaram, protagonizaram um embate digno de grandes times. Entre puxadas de saco e agressões, no final, praticamente chamando o outro para briga, acusando o outro comunicador de ser covarde por ter começado uma discussão com uma mentira sobre uma “cotação” de serviços em nome do 9 de Julho  dentro da emissora de rádio do outro.

 

Enquanto o primeiro se apresentava como colaborador do 9 de Julho, o comunicador seria então, torcedor do PSTC Procopense, tendo ambos começado a discussão em privado, um acusa o outro de depois ter exposto a conversa em publico, trazendo esta aberta no seu perfil para todos verem, tudo porque um teria dito que o outro era assessor de um dos times envolvidos e este por isso, se queimado com aquele.

 

ONDE HÁ FUMAÇA....

 

 

A discussão esportiva, entretanto extrapolou o “Fair play” e mesmo um declarando seu profissionalismo como consequência da oportunidade ofertada pela família do outro, a partida se tornou um verdadeiro jogo de fim de campeonato, valendo-se assim, exatamente do inverso do jogo justo,  limpo e espírito esportivo que deveria nortear a discussão de amantes do esporte futebol, sendo ambos ainda expoentes da imprensa.

 

Pelas imagens que rodaram as redes, fica claro que o “defensor” do 9 de Julho ficou queimado, pois o que fez de cortina de fumaça pra depois escancarar uma depreciação programada ao companheiro de profissão, chegou dar lágrimas nos olhos, deixando claro que, onde há “fumaça”, há “fogo”, fator claro de ter incendiado os ânimos de dois antigos “amigos”.

 

Não que os times em si não tenham importância, os dois, tem! Mas, ficou claro que brigar daquela forma, destacou-se por banalidades e sugerem que “talvez”, a motivação real seja outro que não ficou bem esclarecido com motivos mais graves e encoberto, pois o defensor do "9 de Julho", chegou a chamar amigo do "PSTC" de PROFESSOR DE DEUS. Veja a demanda dos fatos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                             

QUE FAIR PLAY QUE NADA....

 

Frustração ou insatisfação crônica com a relação ou o estilo de vida, competições profissionais, infidelidade, transtornos de humor ou do sono são alguns exemplos de paixão cega comum a apaixonados por futebol, embora aqui o caso se trate de dois destacados profissionais da comunicação. Se fossem um casal, ficaria claro que existe um “terceiro time” nesta jogada. Será?

 

Pois é notório e técnico que ataques gratuitos e exageros em defesas por pitorescos assuntos podem ter motivos outros de cunho mais pessoal entre os envolvidos. Por não saber ou não poder assumir o problema, qualquer desconforto desequilibra a relação e proporciona um clima perfeito para a guerra entre “o casal”.

 

Embora este jogo tenha terminado empatado, o dito “assessor” que não gritou “não sou assessor” saiu de campo xingando o “juiz de ladrão” e cobrando que suas “bolas nas traves” teriam entrado e que se não entrou, estaria disposto a qualquer “pelada” ou “partida mano a mano” para confrontar e provar o agora desafeto na jogada sem bola, ora demais pra santo mas é mais amigo do diabo ao fazer este tipo de jogo com ele,  que ele mesmo classificou como um “verdadeiro gol contra”.

 

SOBRE OS TIMES -  9 DE JULHO

 

 

No dia 10 de dezembro de 1974 nascia mais um time de futebol em Cornélio Procópio, era o Esporte Clube Nove de Julho, que viria cobrir o espaço de muitos anos desde que o Comercial acabou. Por iniciativa própria e com muito sacrifício Laurindo Myamoto montou um time para representar a cidade no Campeonato Paranaense. Em toda sua tumultuada existência, o 9 de Julho atravessou crises financeiras e administrativas, em que todo final de temporada ameaçava fechar devido à suas dívidas.

 

No começo de sua existência, o Nove de Julho atravessou por 4 fases distintas, sendo que na primeira era formado exclusivamente por jogadores amadores. Durante esta fase enfrentou muitas equipes do futebol brasileiro, entre elas, O Coritiba e o Corínthians. Na segunda fase, o tricolor como era chamado pela torcida, foi convidado pela Federação Paranaense para disputar o Torneio Incentivo disputando 10 partidas com equipes da região.

 

SOBRE OS TIMES – PSTC PROCOPENSE

 

 

O PSTC, que em 2016 chegou à semifinal da primeira divisão do Paranaense, disputando a Copa do Brasil e a Série D do Brasileiro, sofreu uma queda em 2017.

 

Este ano, a estratégia adotada foi retornar à fórmula que tornou o time conhecido: apostar em jogadores em formação. "Ano passado fizemos escolhas caras que não renderam o esperado. Agora temos um elenco jovem, com rapazes em início de carreira, que estão lutando para ter seu espaço", afirma o técnico do time, Reginaldo Vital.

Outra grande diferença de 2018 é a mudança definitiva para Cornélio. A equipe treinava e ficava alojada em Uraí ou Leópolis, mas em setembro foi firmado um convênio com a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), permitindo treinos no campo de Cornélio Procópio.

 

 

 

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