Sarampo em São Paulo põem em ALERTA o Estado do Paraná

21.08.2019

 

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, emitiu um alerta aos serviços de saúde para casos suspeitos de sarampo.

 

De acordo com a Secretaria, novos casos da doença estão sendo investigado no estado, aguardando confirmação laboratorial.

 

Segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, o Brasil registrou, nos últimos 90 dias, entre 12 de maio a 03 de agosto de 2019, 1.226 casos confirmados de sarampo.

 

Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Paraná são os estados com insidência da doença. Diante dos casos, a Secretaria alerta que todo caso suspeito no Estado do Paraná deve ser notificado às autoridades sanitárias e de vigilância em até 24 horas. Quem apresentar os sinais da doença deve comparecer ao posto de saúde mais próximo e observar as devidas vacinas.

 

VINDO DE SÃO PAULO

 

O Estado do Paraná está em situação de alerta desde que foram confirmados os primeiros casos ainda em junho no estado de São Paulo e da confirmação de 384 casos, dos quais 91 só na última semana. A proximidade entre os estados são o principal fator pelo alerta de reforço da vigilância no monitoramento da doença.

 

Brasil registra casos de sarampo em 88 cidades de 11 estados. Nos últimos 90 dias, foram 1.680 casos e, no ano, 1.845. Ministério diz que a doença já afeta SP, RJ, PE, GO, PR, MA, RN, ES, BA, SE e PI.

 

O SARAMPO

 

De acordo com o Ministério da Saúde, o sarampo é uma doença infecciosa grave, causada por um vírus, e pode causar morte. Os principais sintomas da doença são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal-estar intenso. A única forma de prevenção é a vacina. Veja a projeção da doença nos últimos 6 (seis) anos.

A tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba, está disponível nas salas de vacina da Paraíba e deve seguir o seguinte esquema:

 

Indivíduos de 12 meses a 29 anos de idade: 2 doses de tríplice viral com intervalo mínimo de 30 dias entre elas; Indivíduos de 30 a 49 anos de idade não vacinados: 1 dose de tríplice viral; Profissionais de saúde não vacinados: 2 doses com a vacina tríplice viral independente da idade, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

 

Todas as crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias devem receber uma dose adicional, a chamada “dose zero”. A recomendação vale para todo o país, e deve alcançar 1,4 milhão de crianças. O ministério ressalta que essa dose não substituiu nem elimina a necessidade de tomar as demais que integram o calendário nacional de vacinação.

 

 

 

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