Rede Materno Infantil é tema de atualização ministrada por profissionais da 18ª Regional em toda reg

O trio formado pelas profissionais da Saúde, Erika Marino Mariane de Moura Gino e Eliana Catucci da 18ª Regional de Saúde foram recebidas pelo prefeito Sandrinho e a Secretária de Saúde de Leópolis, Dulcinéria de Souza para atualização dos procedimentos que envolvem a Rede Materno Infantil.

Em Leópolis


As visitas fazem parte da estratégia de gestão da Regional e chegarão a todos municípios pertencentes a 18ª RS, além de Leópolis também visitou Sertaneja, Rancho Alegre e Urai nesta primeira fase para atualização das informações pertinentes ao programa.


O programa é uma estratégia do Ministério da Saúde que visa implementar uma rede de cudados para assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como assegurar às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudável e tem a finalidade de estruturae organizar a atenção à saúde materno-infantil no País e será implantada, gradativamente, em todo o território nacional, iniciando sua implantação respeitando o critério epidemiológico, taxa de mortalidade infantil e razão mortalidade materna e densidade populacional.


NO PARANÁ

No Paraná, conforme a equipe destacou, o alinhamento dos Secretários de Saúde e suas equipes é de muita importância para o fortalecimento da assistência ao pré-natal nos municípios de abrangência da regional.


Para a enfermeira Erika Marino do Scapis da 18ª RS, “o olhar profissional voltado para o cuidado da gestante e do bebê, com toda a equipe falando a mesma linguagem, aplicando o protocolo da linha guia de atenção e devidamente qualificada para o enfrentamento de intercorrências no período da gravidez, parto e pós-parto. Este é o objetivo da capacitação que a Secretaria da Saúde do Paraná desenvolve junto a aproximadamente 2 mil profissionais que atuam em todas as regiões do Estado”.


A capacitação é uma das ações que o Paraná realiza para o enfrentamento da mortalidade materna, infantil e fetal. “A partir desta capacitação, vamos organizar processo de educação permanente para qualificação dos cuidados às mulheres grávidas e a seus bebês, utilizando metodologias ativas, baseadas na discussão de casos e imersão no conteúdo”, complementa a diretora de Atenção à Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.


“Nosso objetivo é que toda equipe atue de forma integrada e articulada diante de situações que possam impactar a mortalidade materna e de bebês”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto. “Esta é uma das prioridades da gestão e neste caminho temos grandes desafios, como a redução do número de cesáreas, de partos prematuros e das desigualdades socioeconômicas. Por isso a capacitação abrange profissionais de todo o estado”, disse ele.


FOCO - Um dos focos dos trabalhos da equipe Secretaria da 18ª Regional de Saúde busca o alinhamento e integração homogenia dos municípios pertencentes a regional na redução da Razão de Mortalidade Materna (RMM).


A RMM é o indicador mais utilizado no mundo: registra o número de mortes maternas na gestação e até 42 dias após o parto e faz a relação proporcional com 100 mil bebês nascidos vivos.


O Paraná registra hoje 45,7 óbitos maternos para cada 100 mil nascidos vivos. É um número preocupante, estamos em alerta para o fortalecimento dos serviços oferecidos, eliminação das lacunas ao acesso, sensibilização das equipes, disponibilidade de medicamentos essenciais e sangue.


Rancho Alegre

Em Urai